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Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

Amena Cavaqueira

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26
Mai18

Amesterdão em 3 dias

lady-gazeta

Este roteiro já está prometido há algum tempo, a vosso pedido nas redes sociais e... voit lá! Cá está ele!

O que ver e fazer em Amesterdão? 

 

Amesterdão foi o último destino de 2016, em Dezembro. E foi uma das viagens com maior logística envolvida que já fiz. Éramos 10 amigos em viagem e todos sabemos que gerir 10 expectativas não é situação trivial. Mas valeu toda a logística investida!

Bom, a parte mais bonita, e também sentimental da viagem, já vos falei, na à lá minute. Sugiro-vos que leiam entretanto, porque a intenção, para hoje, é deixar-vos um roteiro, mais pragmático e também, estou certa, mais útil.

 

Posto isto, os bilhetes de avião foram comprados no final do Verão (creio que em Setembro). E o alojamento foi marcado ligeiramente depois (finais de Outubro). 

A antecedência foi essencial para nos garantir uma viagem barata, mesmo sendo durante o mês de Dezembro.

 

E depois, não muito mais tarde, o planeamento da viagem

Querem ver o resultado? Ora cá vai!

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O planeamento está divido em duas partes: manhãs e tardes, sendo que a linha vermelha representa a hora de almoço.

Há locais que foram vistos apenas de passagem, como a Praça Dam ou a Magna Plaza, outros que nos levaram mais tempo, como os museus de Anne Frank e da Heineken (sim! falamos de museus que valem muito a pena).

 

A'dam Toren também recomendo: pela vista que temos para a cidade e pelo próprio edifício arrojado (que contrasta com restante cidade).

 

Como não vos quero enganar, atentem na vista da A'dam Toren, mesmo com chuva e neblina:

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Dentro do edifício, podemos encontrar uma réplica, feita em escala, que encanta miúdos e graúdos:

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A estação Central, mesmo no início do nosso plano, merece muito mais destaque do que aquele que tem. As cores, a imponência e a beleza fazem da estação, um marco da cidade. No topo da fotografia abaixo podem ver algumas das decorações de Natal, que ornamentavam as ruas da cidade. Em Dezembro, ainda assim assim, esperava mais luz, admito. Os canais estavam iluminados, sim, mas muito timidamente.

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Contudo, desenganem-se se vão à procura de luz e mercados de Natal em plena cidade em vez de flores coloridas a declamar primavera. É que, mesmo em Dezembro, as bancas enchem-se de cor. As tulipas continuam em todo o lado. Um encanto:

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Tal como as flores, os cheiros das ruas não deixam ninguém indiferente. As casas também não. Se esperam uma arquitectura simétrica, preparem-se para o oposto. Algumas das casas junto aos canais estão inclinadas, como se adormecessem aos ombros das suas laterais. Ora vejam:

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E, claro, não podia faltar a fotografia típica sobre os canais. Ao pôr-do-sol estas fotografias tornam-se mágicas. 

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Bem, na realidade, é impossível uma fotografia ficar menos bem. 

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Os parques da cidade vestiam-se de castanho e, mesmo com a chuva intermitente, não deixam de representar uma cena de um daqueles filmes que vemos durante o Natal:

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 E o que não pode faltar? A visita ao I AM AMESTERDAM, mesmo em frente ao Reikjsmuseum, apinhado de gentes. Faz parte, como dizem. Especialmente perto do Natal, quando há pista de gelo:

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Despedimo-nos da cidade com a visita a um moinho, ligeiramente mais afastado do centro da cidade, mas facilmente acessível utilizando a bicicleta:

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 E agora vamos a custos

Não foi uma viagem cara, muito devido à antecedência com que comprámos os voos e marcámos o alojamento.

Para vos mostrar que realmente não excedemos o plafond de escapadinha europeia, deixo-vos a típica tabela de gastos:

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Naturalmente, faltam os outros custos: alimentação e souvenirs, mas os valores não diferem de outras capitais europeias (e depende dos gostos de cada um). 

Certamente que também vão questionar o "Combi Ticket", que não é nada mais do que o combinado de bilhetes para o Museu de Heineken + o passeio de barco pelos canais + a entrada na Adam Tower. Os preços para a Anne Frank Museum e o Combi foram adquiridos com o desconto de Cartão Jovem. Poupámos perto de 50% do valor total dos bilhetes. Portanto, se têm menos de 30 anos, aconselho-vos vivamente a fazê-lo! E não se preocupem, é um cartão que podem usar cá, em Portugal, como em outros países europeus! (Acabámos por voltar a usá-lo em Guimarães, na entrada do Castelo e mais recentemente na entrada do Oceanário, em Lisboa).

 

Como já é habitual, deixo-vos um resumo de informações úteis sobre a viagem até Amesterdão!

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 E sobre Utrecht, perguntam vocês? É certamente um tópico fabuloso para a rúbrica Hot Spot! 

 

Este roteiro foi-vos útil? Então não se esqueçam de partilhar com os vossos companheiros viajólicos! 

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