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Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

04
Jan18

Em 2018 mas a falar sobre 2017 [Guimarães, Braga, Barcelos, Porto]

lady-gazeta

Este ano, a excepção! Não houve o típico balanço entre o bom e mau do ano. É demasiado mainstream.

Not! Minto com todos os dentes, amigos! O tempo foi pouco para esta época festiva que, para além de representar uma época que eu adoro, também representa muito trabalho.

São prendas, prendas, bolos, cozinha… all the time. A mãe O. é espetacular mas não chega para as encomendas: a família que não é enorme, enche casa como se de uma longa família aristocrata se tratasse .

Depois disso, foi fazer malas e siga.

 

O destino não foi novidade. Levantei o véu muito antes do tempo e, depois de um Setembro pelo Norte, chegámos à conclusão que o Dezembro pedia um bocadinho mais para além do que o verão nos mostrou. 

Mas…de Inverno, lady-G? Sim! De Inverno! Se as viagens pela Europa são altamente legítimas durante o período natalício e também chuvoso, porque não dar uma oportunidade ao nosso Norte, em tempos frios? 

 

Em regime roadtrip seguimos para Norte. Num para ali, come aqui, vai acolá, o roteiro foi Lisboa -> Aveiro -> Guimarães -> Braga -> Priscos ->Barcelos -> Porto (RAVALHÃO!!) -> Figueira da Foz -> S. Pedro de Moel -> Lisboa

Em Aveiro, um almoço muito em bom, no Maré Cheia. Mas, aqui entre nós, sempre que vou a Aveiro, para além da ria pitoresca que sempre encanta, as refeições nunca deixam ficar mal. Eu que nem sou fã de peixe, quase que me converto à religião da barbatana por lá. É, sem dúvida, um bom local para um pit stop!

 

Depois saímos rumo a Guimarães, o berço aqui da malta.

E que tal? Um encanto! Uma ternura.

Guimarães (que não foi novidade) estava uma cidade particularmente linda, pojada de brio e brilho! Talvez a sorte das luzes de Natal complementarem muito a cidade ou talvez o estado de espírito de quem a quer conhecer, tornou Guimarães numa cidade recomendadíssima para um fim-de-semana de escapadinha. 

E não minto, amigos, ora vejam.

 

Guimarães, por A.:

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Recomendação? Se gostam de passear sem esbanjar e contentam-se com a centralidade e modernidade de alojamentos, aconselho:

Se gostam de visitar museus, castelos e ainda têm a jovialidade dos vintes:

  • Usem Cartão Jovem!  - garante-vos descontos no castelo, no Paço do duque e na subida a Penha.

 

Quanto à restauração, muito fora do padrão das comidas tipicamente portuguesas, recomendo Cor de Tangerina – um vegetariano muito acolhedor e, garanto-vos, muito saboroso.

 

Depois... Braga e Barcelos!

Braga, um agito muito maior do que Guimarães e, tendo em conta as restrições de tempo, uma passagem muito rápida pela cidade fez me crer que é muito mais cosmopolita. Admito que, por não ter conhecido tão bem, não foi a cidade mais vum vum vau!

 

Braga, Bom Jesus, por A:

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Priscos não passou de... uma visita rápida! A intenção era conhecer o maior presépio vivo da Europa. E… ficou somente na intenção. Não é uma “exposição” permanente. No dia em que passámos o Presépio estava noutros afazeres.

Guardámos a viola no saco e fomos para outra freguesia: Barcelos.

E o nosso mítico galo everywhere. Luzes, galos e igrejas. A capital do artesanato é ladeada de rios (o Cávado que lhe beija as margens) e a ponte, por esta altura, brilha e encanta que só ela, tornando-se o ex-líbris da cidade. Para além da ponte, o centro histórico dá um bailinho a terras de mouros: uma cidade-natal!

 

Esta viagem revela, tal como as fotos mostram, um grande investimento nas decorações de natal . As câmaras investem realmente muito no blink blink da época e as igrejas estão sobejamente iluminadas. A música dita-lo “E a igreja estava toda iluminada”. E não é “a”… são as igrejas! Percorremos a autoestrada e, de lá, é sempre visível o centro histórico de cada freguesia. Por cá, lisboas, ribatejos e sul, as coisas são bem diferentes, o que leva a questionar se a EDP cobra mais na fatura da luz por terras mouras ou simplesmente este brio é deixado somente no catolicismo do norte. Independentemente da resposta, garanto-vos: enamoro-me sempre por terras nortenhas, carago!

 

Como não podia deixar de ser, a avenida dos aliados fechou o 2017 em grande (20 minutos de fogo de artifício para lá de bonitão). O Porto é sempre lindo! E é nos Reis de Gaia que somos sempre bem recebidos!

Fechou-se um ano de escapadinhas nacionais, com duas internacionalizações em Espanha (Cíes) e Marrocos (Marraquexe e adjacentes). Um ano muito comedido a nível de gastos, tal como se previa.

 

Para 2018, perguntam vocês?

O mesmo registo, amigos. Será um ano, acima de tudo, de mudança. Não será um ano menos viajado, mas será um ano viajado cá dentro, indo lá fora.  As poupanças continuam e sou fã de uma casa gira, com coisas giras, com ideias giras - fenómeno pouco compreendido por gentes de minha geração. É que isto do ser giro sai, por vezes, carote. Prioridades, amigos! :P

Mas com calma amigos, uma das viagens já está na rota do planeamento! Aguentem amigos! 

Por cá, no mundo web, o investimento será em bom: o estaminé cresceu e vocês estão cada vez mais desse lado, tornando-se inevitavelmente estimulante para a lady-G. Obrigada! E claro, um ano repleto de amenas cavaqueiras! 

17
Nov14

Fui ali.

lady-gazeta

Hoje fui até ao Café In

E comi um valente crepe. Não que seja a fã nº1 de crepes, mas aquele crepe, com aquela vista e com aquele ambiente! Bom? Não! Muito bom!

Servem sobretudo jantares e, assim que possível, volto lá para um test-drive pré-noitaça! :)

Portanto, amigos, naquele serão mais apático, naquela tarde sem ideias e que pretendam estar no chill e sugaditos, o Café In parece-me uma boa opção! 

Lady-Gazeta, é caro? Sim, paga-se a vista: 5€ um crepe. Não é escandaloso e vale a pena!

A Lady-Gazeta

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