Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

04
Mar18

Rescaldo sobre a BTL e ... #CantSkipPortugal

lady-gazeta

Achavam que o veredicto ficava apenas nas redes sociais?

Na-na-na! Já que o Amena virou capital de distrito, vamos descortinar um pouco mais. Afinal de contas, vocês merecem!

 

Antes de mais, é importante referir que:

  • Foi a primeira vez que fui à BTL e, como devem imaginar, não tenho forma de comparar com Bolsas de Turismo passadas.
  • E não trouxe apenas papel como a foto do Facebook fazia prever. Trouxe também a ideia de uma exposição muito bem organizada que me fez chegar a casa e fazer logo as malas e rumar a um novo destino....
  • ...Mentira :) Não fiz logo as malas, mas tive muita vontade de as fazer. 

 

Como é que a BTL estava organizada?

Em 4 Pavilhões:

  • 2 Pavilhões dedicados a Portugal.
    • Açores, Madeira e Centro do País levam o troféu dos melhores stands.
    • O Centro do país leva o troféu de melhor stand informativo. E os Açores e Madeira com os stands mais originais. 
  • 1 Pavilhão Internacional.
    • As companhias aéreas, a TAP e Turkish Airlines, destacam-se das restantes concorrentes com stands muito arrojados (e enormes!)
    • Um especial apreço pela TAP onde simulou, num dos seus stands, a executiva do NEO.
    • Brasil, Brasil e Brasil: apinhado de gentes. Será que estavam a dar viagens e não me apercebi? :)
    • Cabo Verde, muito dinâmico, com pequeno concerto ao vivo. Como não gostar?
    • E Marrocos - o país convidado na BTL. E um país que a-do-ro!
  • O último pavilhão foi dedicado à nossa gastronomia (e que bem que estava representado): queijos da serra, a sande com presunto, os enchidos e os doces. Tudo delicioso - excepto os preços. Mas, em ambiente de feira, não surpreende. Por pessoa, cada refeição, ficou por 12€. 

 

 

Assim sendo, pontos Positivos:

  • O nosso país foi o maior destaque da BTL. Em especial o centro do país (muito enfatizado, assim que entrávamos na BTL). E com todas as razões do mundo para este destaque: porque é lindo - como sempre digo quando escrevo sobre nós  - e porque depois dos incêndios merece todo o carinho do mundo. Carinho e investimento nosso.
  • Os Açores estavam muito bem representados que facilitou muito o planeamento de lady-Gazeta para futuras andanças. 
  • O pavilhão que menos surpreendeu foi o pavilhão responsável pelos destinos internacionais. Mas surpreender, no fundo, para quê? Quando se pensa na ideia de partir para qualquer um dos destinos que estavam representados metade de mim já é alegria. E a outra metade também.
  • Em muitos dos nossos stands havia um queijinho, uma bolachinha ou uma bebida para oferecer. Como resistir? Muito, muito cativante!

 

Pontos Negativos

  • A aquisição dos bilhetes foi a parte menos positiva: uma longa fila e uma tempestade que quase fazia cair o céu tornou a espera num desafio anti-chuva.
  • Esperava encontrar descontos fabulosos e... nada! Descontos de 20% foi o melhor que encontrei durante 4 horas palmilhadas de stand em stand. Contudo, não encontrei descontos fabulosos, mas encontrei destinos fantásticos cá dentro: em especial na região do Alentejo.

 

Assim, de uma forma muito resumida, foi uma excelente experiência para quem está no mundo das viagens. 

E é claro que Portugal é o melhor destino do mundo, BTL! Sempre soube disso. 

20180303_161257_Richtone(HDR) (1).jpg

10
Fev18

À lá minute: Jamaica vestida de honestidade

lady-gazeta

Hoje é sábado! Dia de post mais pessoal! 😊

 

Enquanto lia esta notícia ... tive um flashback

Mais do que uma rúbica à lá minute, esta é uma opinião sobre um destino que gostava de partilhar convosco, por ser alvo frequente da pergunta: e a Jamaica, como foi? 

Portanto, vamos a isto?

(E os jamaicanos que me perdoem a honestidade!)

 

IMG_7353.JPG

 

 

A Jamaica..! 

Era Maio de 2014. Levava comigo a expectativa de uma viagem super-espectacular: Miami - Jamaica - México - Ilhas Caimão. A adrenalina era tanta que o facto de fazer um cruzeiro nas caraíbas era, para mim, a parte mais aborrecida da viagem.

 

Jamaica, amigos! Vou à Jamaica!

E disse isto uma, duas, dez, vinte vezes, no mínimo. Nem Miami, amigos, me deixava tão expectante como a Jamaica. Não me perguntem por quê. Não sei se era questão geracional, onde Bob Marley passeava nos meus ouvidos em loop - no woman no cry - ou se achava, somente, um país muito exótico. 

O navio atracou em Montego Bay (estes cruzeiros não atracam na capital) mas não sendo um país enorme - acreditava que Montego Bay é suficientemente turística para encantar por quem lá passa.

Pois. Achava eu.

 

Agora, quatro anos depois, ainda questiono: a sério, Jamaica? Por quê? 

Pobre, pobre e muito pobre. Sou rotineira - e felizarda - nas minhas lides brasileiras: vejo favelas e pobreza anualmente com a naturalidade "possível", mas a Jamaica, amigos, a Jamaica é mesmo pobre.

 

Montego Bay, 2014

 Montego Bay

O verde da natureza selvagem (que ainda é alguma) e o azul cristalino das água fazem-me perceber quem adora de paixão este país (e, aqui entre nós, os resorts só podem ser maravilhosos). No entanto, não fui para resort e o tempo que estive, admito, foi pouco (ou suficiente?).

 

IMG_7206.JPG

 

IMG_7163.JPG

 

Eu aceito novas culturas, novos desafios e novas aventuras. Contudo, o centro de Montego Bay, para além de ser muito pobre, não é o local mais seguro do mundo. Aliás, assim que saímos do cruzeiro observámos seguranças de metralhadora. Não me senti segura e não senti vontade de voltar. Fomos muito bem recebidos por um guia que nos tranquilizou e que nos fez uma visita guiada por Montego Bay (que é o aconselhado - não o devem fazer sozinhos). Mas não chega e não chegou.

 

A  Jamaica não surpreendeu, confesso. Mas notem: fica também uma opinião de alguém que já lá foi há quatro anos durante pouquíssimo tempo e tenho a expectativa/esperança de que algo tenha mudado para melhor.

A Lady-Gazeta

Siga-nos no Facebook!

O Amena pertence a...

Amena no Mundo

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar