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Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

30
Jan18

[BAM] Porto - China | 355€ | Ida e Volta

lady-gazeta

Só para não dizerem que Portugal resume-se a Lisboa e para mostrar o carinho que tenho pelo nosso Nuorte, esta primeira rubrica também é para bocês.

Esta viagem já é um pouco mais arrojada... mas deve ser assim es-pe-cta-cular. Já para não falar que o preço é de deixar os olhos em bico. ehehehehehe

Ok, piada fácil . Já passou.

 

Vá, segue o print do Momondo com as datas.

Sim, está em italiano. (Em Português aumenta ligeiramente o preço.) O link directo está na imagem!

China.png

Já pensaram bem o espectacular que é ir à China em apenas... 1 escala?

Aproveitem, carago! :)

 

21
Jan18

MADEIRA | 2 DIAS | 170Euros

lady-gazeta

Continuamos numa do que é nosso.

Portugal, fruto de distinções contínuas a nível internacional, torna-se num dos destinos mais apetecíveis para um fim de semana fora. Ou uma semana. Ou, quem sabe, um ou mais meses.

Por cá ainda estamos a safo de ataques terroristas, com um cadastro limpíssimo a nível de conflitos partidários, apartidários e religiosos. O tempo é, na sua generalidade, ameno tal como os madeirenses e por estas razões (e certamente mais algumas) fazem da Madeira um destino de eleição do nosso Portugal.

 

A Madeira ainda não foi destaque por aqui mas deveria sê-lo a letras garrafais

Atendendo ao facto do quão convidativo é este destino para um curto fim-de-semana, seguem algumas dicas, para vós companheiros de Amena e de Viagem. 

 

Tal como aconteceu na recomendação de 2 dias em Madrid, disponibilizamos a guideline em tabela. É fácil para vocês e fácil para o Amena poder explicar o plano seguidinho, ora vejam:

RoteiroMadeira.jpg

 

  E o google é meu amigo e, bem sei, também é vosso. Convidei-o para esta partilha, segue o percurso em versão maps:

  • Dia 1 

MadeiraDia1.jpg

  •  Dia 2 (levou, posteriormente, alguns ajustes):

MadeiraDia2.jpg

 

Independentemente da precisão de um roteiro, são as imagens que fazem apaixonar pelo destino. A Madeira tem muito mais do que o que vos falei e será muito mais do que vos vou mostrar e estas fotografias servem, sobretudo, para vos apresentar a Madeira como sendo um destino muito mais abrangente do que as típicas casas de colmo que, estou certa, vocês já as conhecem perfeitamente. A Madeira é natureza, são as caminhadas e, claro, são as pessoas.

Assim sendo, apresento-vos... a Madeira:

DSC06047.jpg

 Mercado dos Lavradores, Funchal, por A.

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Vista da cidade, Funchal, por A.

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 Miradouro do Cabo Girão, por A.

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  Paul da Serra, por A.

DSC06213.jpg

 Paul da Serra, por A.

DSC06253.jpg

 Véu da Noiva, por A.

DSC06274-2.jpg

 Vista da Casa dos Sonhos, por A

 

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 Vereda dos Balcões, por A.

DSC06404.jpg

  Subida ao Pico Ruivo, por A.

DSC06410.jpg

 Subida ao Pico Ruivo, por A.

DSC06428.jpg

 Pico Ruivo, por A.

DSC06485.jpg

  Praia, Machico, por A.

 

Custos: 170€ !

Desta vez não há tabela, mas há um conjunto de valores aproximados que, somados, representam os 170€.

Vamos clarificar? Ora cá vai:

  • Aluguer de carro varia entre 20€ a 30€ ao dia (na Goldcar), com a possibilidade de alugar o carro logo no aeroporto (confirmar com a rent-a-car);
  • Consoante a vossa boa gestão, o consumo varia entre 1 depósito e meio a 2: ~60€ (se forem 5 pessoas, 12€)
  • No alojamento em questão - casa para 9 - e se forem realmente 9 pessoas, fica por volta dos 25€, duas noites
  • Viagem: Se simularmos a viagem de 25 a 27 de Maio, por exemplo, fica por volta de 70€!
  • Alimentação: 50€

 

Agora, as principais notas - aquelas que fazem blink blink - durante o planeamento da viagem:

 

Restauração

Se Portugal, por si só, faz sucesso na qualidade da nossa gastronomia, a Madeira dança o bailinho na cara de muitos países. Destacam-se alguns exemplos onde, por regra, reclamar é coisa que o cliente não pondera:

  • Restaurant & Grill Muralha Terrace
  • Restaurante Churrascaria Caldeirão Verde, onde se comeu a típica espetada em pau de Loureiro

Ah, falta o essencial.  Devem fazer o vosso estômago sorrir com as seguintes iguarias:

...Espetada de carne de vaca em espeto de pau de louro 
...Bolo do caco
...Bife de atum
...Peixe-espada
...Bolo de mel
...Vinho da Madeira
...E, claro, a Poncha!

 

Outras Dicas:

  • Alojamento: https://www.airbnb.pt/rooms/10443745
  • Não sendo uma dica, mas uma curiosidade, no final do primeiro dia, aproveitámos para ver o fogo de artifício (que marca o início da época de Verão na Madeira e acontece todos os sábados de Junho). O espectáculo dura cerca de 20 minutos e coloca em competição diversas empresas de pirotecnia. Portanto, uma excelente oportunidade para quem não passa o reveillon na Madeira e, ainda assim, apreciar um dos melhores fogos de artífício do mundo!

DicasMadeira (1).png

 

Links úteis:

 

 

20
Jan18

[ALERTA] Custo de Vida by Numbeo

lady-gazeta

https://www.numbeo.com/cost-of-living/

É o que todos os viajólicos querem saber antes de partir. Quer se dizer... todos aqueles que fazem contas à vida!

😁

Este site permite ter noção dos preços do país destino! Eu, do que vi, achei para lá de muito útil! Geralmente é um trabalho que faço antes de viajar e que me leva algum tempo de pesquisa no site X, Y ou até Z! E pronto, é só! Sempre às ordens! 😁

10
Jan18

MADRID | 2DIAS | 150Euros

lady-gazeta

Prometido e cumprido. Falei-vos do meu lado mais sério... mas até agora pouco ou nada viram. Vamos a isto? 

Como partilhei aqui no blogue, voei até Madrid, numa visita em contra-relógio. Fui com um grupo de amigas e eu tratei do plano. Não vos garanto que fizéssemos tudo nesta ordem, mas passámos nos locais abaixo citados. O orçamento era apertado  (estávamos em contenções) e tivemos isso em conta durante a escolha do alojamento (em hostel). A experiência foi muito boa, quer em termos de condições, quer em termos de preços, como verão adiante. 

Contudo, apesar das restrições económicas, foi o preço do voo que encareceu a viagem. Hoje, em simulações, é fácil arranjar alternativas mais baratas. Este preço deve-se ao facto dos bilhetes terem sido comprados com 3 semanas de antecedência. Visitar Madrid em Janeiro foi uma experiência óptima: sorte com o tempo e, também a seu favor, uma cidade considerada plana, permitindo longas caminhadas. 

 

Roteiro.jpg

 

 

 

Como não estamos a inventar a roda, este roteiro é baseado em mapas e sugestões aqui da blogosfera. 

Assim sendo, segue um dos exemplares disponíveis na web e disponível também na Hotelaria Madrilena: https://www.esmadrid.com/sites/default/files/documentos/mapa_turistico_madrid_29122017.pdf

 

Forneço-vos também o link directo do Mapa do Metro de Madrid (faço questão de o obter assim que chego a uma nova cidade): https://www.planometromadrid.org/mapas-metro/plano-metro-madrid-accesible-2018-01.png 

 

Posto isto, vamos a custos?

Tendo em conta que estavamos com grandes restrições de custos, esta foi a previsão que fizemos para a viagem. E cumpriu-se?

Sim! Totalmente! Mais euro ali, menos euro acolá (isto a nível de refeições) mas não foi mais do que isto. Pelo contrário.

 

Custos.jpg

 

A reter...

  • Tapas são, a nível gastronónico, a melhor iguaria de nuestros hermanos. Recomendo, sem dúvida, o El Tigre!
  • O Hostel foi espectacular: jovem, limpo, moderno e central. Situa-se na Chueca, onde a noite é para lá de muito divertida. 

 

Informações genéricas 

 

OutrasInfos.jpg

 

 

Links Úteis 

04
Jan18

Em 2018 mas a falar sobre 2017 [Guimarães, Braga, Barcelos, Porto]

lady-gazeta

Este ano, a excepção! Não houve o típico balanço entre o bom e mau do ano. É demasiado mainstream.

Not! Minto com todos os dentes, amigos! O tempo foi pouco para esta época festiva que, para além de representar uma época que eu adoro, também representa muito trabalho.

São prendas, prendas, bolos, cozinha… all the time. A mãe O. é espetacular mas não chega para as encomendas: a família que não é enorme, enche casa como se de uma longa família aristocrata se tratasse .

Depois disso, foi fazer malas e siga.

 

O destino não foi novidade. Levantei o véu muito antes do tempo e, depois de um Setembro pelo Norte, chegámos à conclusão que o Dezembro pedia um bocadinho mais para além do que o verão nos mostrou. 

Mas…de Inverno, lady-G? Sim! De Inverno! Se as viagens pela Europa são altamente legítimas durante o período natalício e também chuvoso, porque não dar uma oportunidade ao nosso Norte, em tempos frios? 

 

Em regime roadtrip seguimos para Norte. Num para ali, come aqui, vai acolá, o roteiro foi Lisboa -> Aveiro -> Guimarães -> Braga -> Priscos ->Barcelos -> Porto (RAVALHÃO!!) -> Figueira da Foz -> S. Pedro de Moel -> Lisboa

Em Aveiro, um almoço muito em bom, no Maré Cheia. Mas, aqui entre nós, sempre que vou a Aveiro, para além da ria pitoresca que sempre encanta, as refeições nunca deixam ficar mal. Eu que nem sou fã de peixe, quase que me converto à religião da barbatana por lá. É, sem dúvida, um bom local para um pit stop!

 

Depois saímos rumo a Guimarães, o berço aqui da malta.

E que tal? Um encanto! Uma ternura.

Guimarães (que não foi novidade) estava uma cidade particularmente linda, pojada de brio e brilho! Talvez a sorte das luzes de Natal complementarem muito a cidade ou talvez o estado de espírito de quem a quer conhecer, tornou Guimarães numa cidade recomendadíssima para um fim-de-semana de escapadinha. 

E não minto, amigos, ora vejam.

 

Guimarães, por A.:

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Recomendação? Se gostam de passear sem esbanjar e contentam-se com a centralidade e modernidade de alojamentos, aconselho:

Se gostam de visitar museus, castelos e ainda têm a jovialidade dos vintes:

  • Usem Cartão Jovem!  - garante-vos descontos no castelo, no Paço do duque e na subida a Penha.

 

Quanto à restauração, muito fora do padrão das comidas tipicamente portuguesas, recomendo Cor de Tangerina – um vegetariano muito acolhedor e, garanto-vos, muito saboroso.

 

Depois... Braga e Barcelos!

Braga, um agito muito maior do que Guimarães e, tendo em conta as restrições de tempo, uma passagem muito rápida pela cidade fez me crer que é muito mais cosmopolita. Admito que, por não ter conhecido tão bem, não foi a cidade mais vum vum vau!

 

Braga, Bom Jesus, por A:

DSC01799.JPG

 

 

Priscos não passou de... uma visita rápida! A intenção era conhecer o maior presépio vivo da Europa. E… ficou somente na intenção. Não é uma “exposição” permanente. No dia em que passámos o Presépio estava noutros afazeres.

Guardámos a viola no saco e fomos para outra freguesia: Barcelos.

E o nosso mítico galo everywhere. Luzes, galos e igrejas. A capital do artesanato é ladeada de rios (o Cávado que lhe beija as margens) e a ponte, por esta altura, brilha e encanta que só ela, tornando-se o ex-líbris da cidade. Para além da ponte, o centro histórico dá um bailinho a terras de mouros: uma cidade-natal!

 

Esta viagem revela, tal como as fotos mostram, um grande investimento nas decorações de natal . As câmaras investem realmente muito no blink blink da época e as igrejas estão sobejamente iluminadas. A música dita-lo “E a igreja estava toda iluminada”. E não é “a”… são as igrejas! Percorremos a autoestrada e, de lá, é sempre visível o centro histórico de cada freguesia. Por cá, lisboas, ribatejos e sul, as coisas são bem diferentes, o que leva a questionar se a EDP cobra mais na fatura da luz por terras mouras ou simplesmente este brio é deixado somente no catolicismo do norte. Independentemente da resposta, garanto-vos: enamoro-me sempre por terras nortenhas, carago!

 

Como não podia deixar de ser, a avenida dos aliados fechou o 2017 em grande (20 minutos de fogo de artifício para lá de bonitão). O Porto é sempre lindo! E é nos Reis de Gaia que somos sempre bem recebidos!

Fechou-se um ano de escapadinhas nacionais, com duas internacionalizações em Espanha (Cíes) e Marrocos (Marraquexe e adjacentes). Um ano muito comedido a nível de gastos, tal como se previa.

 

Para 2018, perguntam vocês?

O mesmo registo, amigos. Será um ano, acima de tudo, de mudança. Não será um ano menos viajado, mas será um ano viajado cá dentro, indo lá fora.  As poupanças continuam e sou fã de uma casa gira, com coisas giras, com ideias giras - fenómeno pouco compreendido por gentes de minha geração. É que isto do ser giro sai, por vezes, carote. Prioridades, amigos! :P

Mas com calma amigos, uma das viagens já está na rota do planeamento! Aguentem amigos! 

Por cá, no mundo web, o investimento será em bom: o estaminé cresceu e vocês estão cada vez mais desse lado, tornando-se inevitavelmente estimulante para a lady-G. Obrigada! E claro, um ano repleto de amenas cavaqueiras! 

24
Ago17

"Se é grátes.... quero!"

lady-gazeta

Há uns meses disse-vos que este ano era o tal ano calminho, lembram-se? 

[Agora, ao som de uma música muito lamechas, cá vai o choradinho: as 5 viagens de 2016 e uma casa são a equação perfeita de uma falência técnica! ]

 

Hey!, Mas...lady-Gazeta?! A sério?

A sérriooo? 

A sééérrriooo?

Pronto. Já passou!  O pé, como sabem, anda sempre ali no estribo...só que este ano mais comedido! As viagens deixaram de ter o cheirinho a internacional e passam a ter aromas bem nacionais. Não vos cheira também? Ele é migas, fruto sêque, pêxe, francesinhas. (E as alheiras, amigos? E as alheiras?! Ahh...)

 

Posto isto, admito que andei (e ando!) a palmilhar o que é nosso! E, durante a preparação da próxima viagem (que é lindo, é verdinho - pelo menos por agora -  e fica no Norte) surge naturalmente o tema... alojamentos! (E que caros que eles por cá andam!)

Durante esta análise de hotel, apartamento ou hostel, no nosso norte, e numa conversa amena (e cavaqueira!) com o P., com quem trabalho desde sempre, surgiu o tema : “e alojamentos grátis?” GRÁTIS?! Se é grátes... quero!

 

Grátis? Como assim?, perguntam vocês - e bem!

Vamos então esmiuçar.

Em primeira mão vos digo que não vou experimentar neste périplo nortenho que preparo!

Em segunda mão, conto-vos pormenores:

 

http://alberguesdeaguiar.pt/

 

Os albergues de Aguiar são, tal como o nome indica, um conjunto de albergues, que permitem passar de uma a várias noites, ao estilo low-cost.

São casas modestas, mas muito, muito simpáticas, como podem ver no site. Chegam perfeitamente para quem não fica m-a-l-u-c-o com mambos luxuosos.

Obviamente que não fica a custo 0. Como podem ver, no site, não existe qualquer referencia a custos por noche. Então como é que a coisa funciona? Existe “uma pessoa”, da aldeia, que está responsável pela casa e que sugere um valor simbólico a pagar por noite (coisa de 5€ por pessoa). Naturalmente, no fim da estadia, cada um dá um valor justo da estadia. 

E é só isto, lady-g? Sim! Devem apenas ter o cuidado de reservar previamente!

 

Achei que este tema é assim para lá de muito fixe! Não acham? Li no outro dia que a minha geração, a geração milénio, deixou de dar grrrannnde importância a luxos para valorizar experiências. (Ainda que eu seja muito boa a valorizar a experiência do luxo, não digo que não a uma experiência mais low-cost como esta :) ) 

 

Porque não ficas então nestes alojamentos?, perguntam vocês.

Porque ficam longe do que pretendo visitar, infelizmente! Não hesitarei numa próxima viagem ao norte! 

 

Explorem, analisem o conceito e marinem esta ideia.

Fico também a aguardar o vosso feedback!

 

xoxo, l-g  

 

11
Ago17

Rota portuguesa? Piodão, com certeza!

lady-gazeta

Há cerca de dois meses fui, num pulinho, ali, 3 dias, ao centro do país.

[Não fui, fomos 10!, na realidade.]

Era uma viagem gira para se fazer em grupo, achámos nós, e levou o planeamento necessário para que não houvesse grandes discórdias. E sabem que mais? Somos muito bons a achar, porque o grupo funciona muito bem e porque o centro do país vale realmente a pena.

 

Pormenores, amigos? Cá vai disto!

Sexta-feira, a rapaziada sai toda dos trabalhos e segue, rumo à cidade de Coimbra – onde jantámos, no fórum (bem modernaço!, por sinal). [Contenção de custos tem destas coisas! ]

Depois, já tarde, rumámos até ao alojamento reservado em Airbnb, em Benfeita. O Casal da Igreja não tem apenas este nome porque estamos ali, alapados à igreja, companheiros! Toda a decoração pede uma avé-maria e um pai-nosso e, apesar de ser uma casa muito simpática e espaçosa (já vos disse que não é fácil deitar um arraial de 10 pessoas?), a poeira e os lençóis de flanela com 30ºC estavam longe de ser cheios-de-graça.  Serviu, mas não encantou, aqui entre nós.

 

Bom, deixemo-nos de dissertações e inicie-se o périplo!

20170617_095652_Richtone(HDR).jpg

(Pelos caminhos... (em uníssono!) de Portugal... lalala)

 

Desta vez não estávamos com um plano minucioso, levando para o primeiro dia (sábado) os seguintes tópicos:

  • Piodão
  • Foz de Égua
  • Mata da Margaraça 
  • Fraga da Pena 
  • Jantar em Arganil 

(Aproveito para partilhar que a câmara municipal tem toda a informação relevante sobre o que existe no concelho http://www.cm-arganil.pt/visitar/o-que-visitar/)

 

Como estavamos em Junho (e fazia muito calor), optámos por alinhar num trilho “fácil” de 3km, que liga Piodão a Foz de Égua. Fácil? Fácil?! Fácil nada! Qualquer trilho passa de fácil a difícil quando o calor aperta (e quase pereci de dores nos joelhos. Btw, compro joelhos novos. Alguém? ). Bom, ao fim dos 3km a destilar, sob um sol de 40ºC, esperávamos encontrar uma praia fluvial. Pra-i-a, which means… água, no mínimo! Refresco! E… não. Não aconteceu. Água em Foz de Égua é assim um mito pelos meados de Junho. Encontrámos, sim, uma pocinha de água generosa que dá uma sensação de jacuzzi, com 10 pessoas a fazer chap-chap. No entanto, em Agosto, disseram-nos que libertam água, tornando a Foz numa uma verdadeira praia fluvial. Posto isto, um pouco defraudados, almoçámos por Piodão e rumámos até Fraga da Pena, com expectativas mais comedidas.

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(Foz de Égua... sequinha, sequinha. Como todo o país, na verdade...)

 

A falar de expectativas outra vez lady-G?! Fraga da Pena deslumbra. Deu assim... 10 a 0 ao que vimos antes, em Foz de Égua. A mata da Margaraça, que a rodeia, é fresca e verdejante e a cascata é assim para lá de bonitona. Merece muito destaque. Por lá ficámos até se fazer quase-noite, pois o calor estava insuportável.

 20170617_162724.jpg

 (Fraga da Pena... a espalhar magia)

 

E à noite lady-G? Vida louca?

À noite, a janta, foi em Arganil.Arganil é uma vila simpática – que já conhecia de uma estadia anterior, em Góis. A vila continua a valer a pena ser visitada. É amorosa, arranjadinha que só ela. Jantámos n’“A Grelha”, onde ficámos extasiados com as doses generosas de carnucha muito boa! E o serão passou-se por lá, em Arganil. A vila tem noite e animação. Há bares e discotecas. (Woop! Woop! Viva à descentralização!)

A-DO-REI este dia, sabem? Continuo muito fã do que é nosso. Que é lindo. Que, de todos os países que visitei, Portugal continua a ser o the special one

 

E o resto lady-G? E o domingo?, perguntam vocês.

 

O Domingo estava reservado para Góis, Vila Nova do Ceira e Castanheira de Pêra.

Estava, leram bem! Sorte. Muita sorte para nós, sabem?

O que eu não vos contei, amigos, foi que o fim de semana escolhido e aqui relatado foi o fim de semana fatídico de incêndios. Acordámos, extasiados, com um cheiro muito intenso a fumo e com os carros salpicados de cinzas, pois estávamos, em linha recta, a 20km das chamas que levaram, mais do que eucaliptos e mata, a vida de mais de 60 pessoas.

Não vos conto o sobre o pânico que assolou a família aqui da lady-G. (Sim, telemóveis sem rede durante a manhã e… claro, esta mania de deixar um telemóvel sem som durante a noite.) Pois. Mais uma vez, tivemos sorte. Se em vez de…, tivéssemos trocado os planos de sábado com os de domingo… pois… Mas não vamos pensar em se’s, não é? Nesse domingo, assim que acordámos, fizemos as malas e deixámos de imediato a zona e rumámos até a uma praia do oeste, São Martinho do Porto, que nada tinha a ver com o planeado. (Mas viajar também é lidar com imprevistos, não é verdade?) E, depois, no fim, correu bem, embora assustados, mas correu bem.

 

Foi um regresso atribulado e incompleto, uma vez que deixou-se muito por ver e (re)conhecer.

Vamos voltar certamente, num futuro pouco longínquo. Mas que - espera-se - menos atribulado!

 

 

 

15
Set15

À la minute: 3 dias de Frankfurt

lady-gazeta

Achei que era giro partilhar um bocadinho mais com vocês sobre viagens. Certo é que já vos contei sobre o Brasil, mas fiquei-me por aí. É pouco para um tema que me dá imenso prazer: viagens. Há cerca de 3 meses fui até Frankfurt, numa onda muito europeia de short break.  

3 dias de Alemanha. Dizem os mais cépticos: isso não dá para nada. Depende do que se pretende. Para mim, dá sim. Claro que depende do destino e do que pretendemos conhecer. Aviso-vos que não sou miúda de museus, sou miúda de vivencias. Não querendo com isto dizer que está fora de questão ir a algum, nada disso. Simplesmente, se não conhecer tudo o que é museu de uma cidade, não fico com ânsias. 

Posto isto, depois de introduzida a minha postura perante viagens, cá vai a primeira viagem com a assinatura à la minute da Lady-Gazeta.

Dia 1

Chegada ao aeroporto. O aeroporto! Grande, gigante!, limpo e, para amantes aviões, as vidraças são passaporte imediato para contemplar a beleza Airbus. Os A380 afinal não são um mito. :p

O voo chegou tarde e o caminho até ao hotel levou perto de uma hora, de transportes (metro). 

Fiquei alojada no hotel Movenpick, onde havia uma saída de metro pertíssima. O hotel fica não muito distante do centro da cidade, o caminho até lá faz-se perfeitamente a pé. Bom pequeno almoço, à alemã, com direito a salsichas, bacon, ovos... tudo very typical, limpo e confortável. O preço justifica a qualidade.

Dia 2

Foi um dia dedicado inteiramente à cidade: centro histórico, rio e zona comercial e... festa da cerveja!

Primeiro que tudo, acordar cedo é mandatório. Delineámos o dia de forma a fazer caminhadas, sem recorrer ao metro. Foi uma escolha bem sucedida.

  • Banco Central Europeu, a Bolsa de Valores de Frankfurt e os bancos alemães. Tudo na mesma zona. Edifícios arrojados, o típico símbolo do Euro, na entrada do banco central Europeu. É interessante sentir o power da Europa de perto. 
  • Römerberg Platz. As casas típicas, coloridas, uma estátua central, dezenas de turistas. Muito acolhedor, sem dúvida. Senti uma Alemanha muito pouco "fria". Depois entrámos numa igreja e coisa mudou. Surgem algumas memórias de livros e filmes que recordam a chacinaria alemã, nas igrejas. É inevitável. Optámos por não entrar em mais nenhuma igreja. Por fora são imponentes, de acordo com o estilo.
  • Eiserner Steg. A ponte sobre o Rio Main, ao estilo parisiense, recheada de cadeados e promessas. Temos uma vista fabulosa sobre a cidade. Enquanto atravessamos a ponte, a pé, conseguimos ver o contraste de construções novo-velho. Sem dúvida a imagem que marca Frankfurt, após a 2ª Guerra Mundial.
  • Rua Zeil. A rua das lojas. E, com isto, aproveitámos para almoçar e usufruir de uma das maravilhosas esplanadas de Frankfurt. 
  • Casa Goethe. Não chegámos a entrar. Estava fechada. No entanto, apresenta-se com uma arquitectura harmoniosa. Vale a pena, no mínimo, para a fotografia.
  • Festival da cerveja. Nada como ser alemã, na Alemanha. Vivemos a festa, as pessoas e o ambiente. Não era a festa grandiosa da cerveja, mas foi bom sentir.

No final do dia, as típicas dores nos gémeos. Mas são daquelas dores que valem a pena, sabem?

Dia 3

Último dia de Alemanha, acordar de madrugada. Destino: Heidelberg.

A estação de comboios é igualmente grandiosa. Frankfurt é certamente a ponte da Europa. Duas horas no comboio que rumava a Estugarda, ficámo-nos por uma vila en-can-tadora! Senti-me nos desenhos animados da Rapunzel. Tem rio, tem castelo, tem casas muitíssimo bem conservadas. A sensação de quem lá chega é que chegou a uma cidade medieval e romântica!

Igreja Heiliggeist, o Castelo, a Rua da cidade velha, a Ponte Velha são algumas das principais referências que visitámos e que eu recomendo. Pela vista fabulosa sobre o vale e sobre a vila.

 

Cenas mesmo TOP da à la minute:

  • A cultura da esplanada. Estão sempre cheias (muito relacionado com o tempo fantástico que estava);
  • O fim do mito do alemão como povo fechado e frio;
  • O metro leva-nos à porta de quase tudo. Melhor que isso, só o facto de ser uma cidade pedonal. Gastámos pouco dinheiro em transportes;
  • O contraste novo-velho, em termos de cidade. Primeiro estranha-se, depois entranha-se.
  • O contraste entre Heidelberg com Frankfurt.
  • O alemão não foi entrave. Toda a gente dominava o inglês.

Cenas meh da à la minute:

  • É uma cidade cara;
  • Não me venham com salsichas. Não há comida como a nossa;

 

[Assim que possível, colocarei algumas fotos, caros gazeteiros. Os olhos também comem. :)]

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