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Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

Amena Cavaqueira

O Amena não tem o melhor nome para blogue de viagem e lady-gazeta não é o nome de autor mais credível para uma blogosfera de gente séria, mas estamos bem com isso. Somos sempre mais do que bons viajantes e bons nomes.

24
Jan18

[ALERTA] Tablet com 20h de bateria

lady-gazeta

E vocês perguntam: qual a razão para um blogue de viagem - com um nome um pouco estranho - alertar para a existência de tablet com capacidade para 20h nonstop?

 

E a resposta não pode ser mais simples: as 20 horas de bateria! É inegável o uso de tecnologia durante uma viagem.

A não ser que padeçam das seguintes posturas:

  • Não preciso de tecnologia para nada. Estou de férias, pa!
  • Uso tecnologia, mas estou em hiato durante esta viagem.
  • Tablet, o que é isso? Tenho 120 anos.

Caso contrário, um tablet é útil sim. Quanto mais não seja para quem trabalha em viagem. E para quem partilha acontecimentos, fotos e mensagens com família e amigos que estão geograficamente mais longe.

O Lenovo Miix 630 foi apresentado na CES 2018 - falei-vos dela na semana passada - e promete revolucionar o mundo... da bateria!

As specs são generosas, mas quando estamos a falar de tech, nada como o uso recorrente para um veredicto mais assertivo. Para já, fiquem com a ideia de que o factor D(istinção) vai para o facto de ter uma bateria de longa duração. Quanto a mim dá um jeitaço - sou inevitavelmente fã de todo o gadget que não me dê as palpitações de 3% de bateria após uma manhã de pouco uso.

 

Esteticamente não surpreende, mas não deixa de ser elegante.

Apreciem:

onq_lenovo_hero_miix_630_linkpreview.png

 

É relevante e interessante perceber que a tecnologia caminha cada vez mais em direcção às necessidades mais básicas de um utilizador, nomeadamente na preocupação do desenvolvimento de baterias de longa duração! Bem-haja!

16
Jan18

[ALERTA] Travelmate’s Smart Suitcase

lady-gazeta

Ou, por outras palavras, o cão em formato de mala! 

Já não é novidade (há imensos vídeos a circular aqui, na web) mas foi na CES 2018 - a maior feira de tecnologia de consumo - que a mala que segue o dono foi devidamente apresentada. 

Eu não estive lá - btw...é uma ideia que agrada-me muito - mas leio o que por lá se mostrou e falou. E conclusão? Entre vários temas interessantes, destacou-se o poder de uma mala autónoma na vida de quem viaja. Querem ver com os vossos olhos? https://travelmaterobotics.com/ 

Não acredito que o passageiro desfile com tanta elegância como a modelo escolhida, especialmente eu (o êxtase não me permite aquela tranquilidade), mas não deixa de ser uma mala que cativa.

 

travelmate-robotics.jpg

 

 

 

Os chavões que utilizam para a descrever são:

  • Bonita - para um protótipo tech não tem nada de trambolho; (ok, este adjectivo escolhi eu, pronto )
  • Segura - apenas será aberta com a impressão digital de seu portador;
  • Bluetooth de última geração - que permite uma conectividade consistente;
  • USB - que permite carregar tudo o que é tecnologia (uma vez que tem uma bateria integrada - com sistema de luzes que permite saber-lhe o número de vidas que ainda permite salvar :))
  • GPS - a localização da mala é enviada para o telemóvel através de um chip - que pode ser reutilizado noutros dispositivos;

Pareceu-me muito bem. Se funciona mesmo mesmo mesmo bem? Não sei amigos! Mas não deixa de ser uma excelente opção sobretudo para quem viaja em trabalho.

Aguardemos pelos exemplares e pelos respectivos testes in loco para um feedback real. 

10
Nov17

Web Summit...ting!

lady-gazeta

Dizem que é a maior feira de tecnologia da Europa e também do mundo. Eu, que nunca me vi em andanças tão grandiosas e com um impacto mundial tão avassalador, não posso discordar.

 

Certo é, admito, que fui assídua em feiras de tecnologia na faculdade e, inclusivamente, fiz parte da organização de uma delas, no último ano em que estudei no Técnico (vejam, vejam a SINFO!). Como devem imaginar, terei sempre um carinho muito grande por quem se envolve neste tipo de eventos.

Abro um bocadinho do meu lado tão sério quanto lunático e, admito, o meu interesse pela tecnologia é inegável. Sou, como já vos disse, programadora. Estou ligada ao mundo Microsoft desde que entrei no mundo de gente crescida e, por isso, C# faz parte do ritual diário.

Se eram motivos mais do que suficientes para ir a um evento como este? Talvez não. Trabalhar em tecnologia, como dizem, dá guito, mas não guito que torne comportável um bilhete para cima dos 3 dígitos. Mas por alinhamento dos chackras a oportunidade sucedeu-se e eu fiz a dança da chuva.

Em primeira mão vos garanto: é muito redutor dizer que o Web Summit é evento de gente nerd, de TI's, de developers. Esqueçam essa ideia. Por lá (e por mim) passaram farmacêuticos, bloggers, gentes de marketing, de economia, recursos humanos e, quiçá, o CEO da padaria da esquina. Todos, no fundo, tencionam conhecer e discutir o que há neste mundo do IT e em que medida o negócio pode ficar mais optimizado com uma app, um robot ou qualquer mambo que faça cenas.  A miscelânea de produtos apresentada é para lá de arrebatadora. Tão arrebatadora que me fez sair do recinto da feira com o sentimento "não vi metade do que pretendia". E não foi só sentimento; não vi mesmo!

Conferencias interessantes sobrepostas ou quase sobrepostas (dada a distância física que as separa) deixou-me um sentimento de "Como não há uma startup que me permita estar em dois espaços físicos distintos ao mesmo tempo?". Pois, frustração à parte, do que ouvi, gostei muito.

E os temas, perguntam vocês? Os mais diversos!

 

Alertam, sobretudo, para o tema que mais assusta a sociedade: o fim de muitos postos de trabalho. A evolução terá que ser sustentável, diz quem sabe e trabalha. Para quem lidera empresas, time is money... mas pessoas também são money. Estou certa que vamos começar a entrar numa (r)evolução muito para lá da Revolução Industrial. A Sofia (robot!) diz que trabalho é aborrecido, mas não ter o pão na mesa na casa de muitas famílias tornar-se-à muito mais aborrecido. Digo eu, que ainda estou nos 20's

 

Há também um profundo alerta sobre o início de guerras a partir da WWW: sejam mails; chats; sinais nas redes sociais. O que no fundo pretendiam dizer era: vamos começar a invadir a privacidade com o vosso consentimento. Aqui entre nós, sabemos que vamos começar a dar a chave da porta da nossa casa. Os algoritmos começam a ser cada vez mais sofisticados e o machine learning passa a ser o chavão da big data. No fundo, tentam perceber as linhas do nosso pensamento, através de comportamentos online, e replicam comportamentos com humanoides robustos, que saem à noite e bebem copos com a malta.  Não é só ser fun e fazer networking malta; o que pretendem é fazer um estudo comportamental, psicológico dos jovens de hoje  (ar de *conspiração*). Sempre disse que a malta de psicologia faz voodoo.

 

As minorias no IT foi tema social e de preocupação. O que queriam dizer é que nós, miúdas e mulheres, somos poucas nesta área. Uma rapariga que programa ainda é uma situação pontual e anormal. O número de mulheres no IT ainda arrepia muita feminista. O desequilíbrio entre géneros preocupa, sobretudo, quem gere pessoas. Eu fico mais preocupada com a falta de harmonia das equipas na empresa. Não adianta serem 5H/5M, onde as 5M não gostam do que fazem e por isso vão infernizar vidas alheias. 5H/1M para mim está perfeito se este número revelar 6 pessoas felizes e que, por isso, produzem mais e melhor.

 

A sustentabilidade é o tema que mereceu o maior destaque do evento. Foram dezenas de startups que apresentaram projectos de sustentabilidade e, a meu ver, um dos ramos que carece maior de maior investimento. Al Gore estremece o Summit. E nós, informáticos, jornalistas, carpinteiros, pedreiros, domésticos, pessoas que no fundo contribuiram para a degradação ambiental, somos também responsáveis por apresentar alternativas diárias por forma a gerir melhor os recursos do planeta. Isto porque, como se sabe, as consequências negativas assolam-nos com uma velocidade muito superior do que alguma vez prevíamos.

 

As conferencias também estão no youtube, é certo, mas participar num evento e conhecer dezenas de projectos tão sonhadores como promissores é uma experiência inesquecível.

Depois de um Web Summit não desenvolvo programas com algoritmia de ponta, admito, mas estou mais informada e apta durante a discussão de diversos temas que gosto. É um evento muito caro, que está longe de ser democrático, e que devia ter uma duração maior, distribuindo as talks de forma mais espaçada, por exemplo (fica a dica ). Agora, aqui entre nós, continuo sem compreender o que mais de 60% da plateia faz agarrada ao telemóvel, a fazer vídeos, fotos, selfies e postar no Facebook, Instagram, etc, durante todo o tempo de conferência. Nós, no geral, continuamos a ser seres muito estranhos.  ehehehe (Ainda acham que vai ser trivial replicar comportamentos humanos )

 

Fora de brincadeiras, companheiros, valeu muito a pena. Este blog começou por ser um mambo de posts rápidos e, neste momento, já quase que faço frente ao mais longo dos romances... e fica sempre tanto para vos contar!

 

Bem-haja, amigos!

23
Mai16

No IT: Levi's hi-tech

lady-gazeta

Google e Levi’s apresentam o Jacquard, um casaco inteligente que interage com gadgets

Agora é que vai ser! 30ºC, no meu querido mês de Agosto, e tudo vestido de casaco de ganga. Ele é chamadas, ele é direcções, ele é, quiçá, um controlador de redes sociais. Isto tudo num...piscar de botão, integrado no mítico blusão de ganga Levi's.

Gostava de ver isto como mais do que um casaco com um botão, mas não consigo imaginar nada mais do que um smartwatch versão casaco. Na realidade, só consigo pensar no cheiro a suor de quem não o vai querer tirar, para o lavar. Oh Levi's, a sério? Vê-se claramente quem é que não anda de transportes públicos. 

A Lady-Gazeta

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